Tentei todas as artimanhas para me enganar
Esgotei todos os argumento para me dissuadir
Na esperança de que o tempo desse seu jeito
Adio.. o quê, eu não sei
Me impondo o sacrifício de te evitar
Porque a tudo a gente se acostuma
Daí, no fim eu sinto um vazio piegas
Eu tô oca.
[os jovens] uns fogem do amor e outros o procuram com sofreguidão, mas no fim o que fica em todos, é a mesma coisa, uma insuportável sensação de vazio. (...) Saudemos o vazio de todos nós. Rubem Fonseca - "Gazeta", in: Os Prisioneiros
terça-feira, 29 de agosto de 2006
diálogo OQH578
Parado na frente dela, ele observa seu rosto contorcido num delírio mudo, de riso e choro contidos.
Enquanto ele limpa o balcão para servir-lhe, ela esfrega o rosto tentando se recompor.
"Você está apaixonada por um rapaz que não lhe corresponde?"
Ela sorri, um sorriso curto. Deixa a cabeça tombar até se aconchegar na tábua polida do balcão.
"Eu quero bebida. Uma que me dê amnésia. Eu quero acordar e esquecer. Você se importa? Você teria esse cuidado comigo? Mas devo avisar que talvez eu não reconheça o valor do seu favor, se você cuidar de mim essa noite. Quando chegar amanhã, eu não sei."
Enquanto ele limpa o balcão para servir-lhe, ela esfrega o rosto tentando se recompor.
"Você está apaixonada por um rapaz que não lhe corresponde?"
Ela sorri, um sorriso curto. Deixa a cabeça tombar até se aconchegar na tábua polida do balcão.
"Eu quero bebida. Uma que me dê amnésia. Eu quero acordar e esquecer. Você se importa? Você teria esse cuidado comigo? Mas devo avisar que talvez eu não reconheça o valor do seu favor, se você cuidar de mim essa noite. Quando chegar amanhã, eu não sei."
diálogo LH48Q1
quinta-feira, 24 de agosto de 2006
apenas ser
Assinar:
Postagens (Atom)


