Tentei todas as artimanhas para me enganar
Esgotei todos os argumento para me dissuadir
Na esperança de que o tempo desse seu jeito
Adio.. o quê, eu não sei
Me impondo o sacrifício de te evitar
Porque a tudo a gente se acostuma
Daí, no fim eu sinto um vazio piegas
Eu tô oca.
[os jovens] uns fogem do amor e outros o procuram com sofreguidão, mas no fim o que fica em todos, é a mesma coisa, uma insuportável sensação de vazio. (...) Saudemos o vazio de todos nós. Rubem Fonseca - "Gazeta", in: Os Prisioneiros
